Ateliar Cultural

músicos

  • Marcos Souza

    Compositor, pianista e diretor da empresa Atelier Cultural desde 98, Marcos Souza começou a carreira de músico aos 16 anos, homenageando seu pai Francisco Mário (irmão do cartunista Henfil e do sociólogo Betinho), no teatro João Caetano, RJ. Em 1994 organizou e criou o grupo Conversa de Cordas, lançando 2 Cds. Em 1999 lançou o CD “Marionetes” ao lado da cantora mineira Regina Spósito (Souza), produziu a exposição “20 anos de anistia com Charge” e a palestra musical “Suite Brasil 500 anos”. Produziu e compôs trilha sonora para três peças da Cia de Teatro Artesanal, sendo indicado ao prêmio Coca-Cola pela peça “O Circo Mágico de Provolone, Goiabada e Guaraná. A partir de 2000, começou uma parceria com o Sesc Rio na área da música instrumental até 2008. Em 2002 foi coordenador artístico da gravadora Rob Digital e posteriormente da Lua Discos/MCD no Rio de Janeiro.

    Em 2004 lançou seu quinto CD “Marcos Souza” com a trilha sonora do documentário “Evandro Teixeira – Instantâneos da Realidade”. Em 2005 lançou o CD “Chapada Diamantina”, trilha do filme “Brilhante” de Conceição Senna. Produziu e idealizou o filme sobre sua família “3 Irmãos de Sangue” (www.3irmaosdesangue.com.br) dirigido por Ângela Patrícia Reiniger da produtora No Ar. Ainda em 2006 faz a trilha dos filmes “Iluminados” de Cristina Leal e “Expedito” de Aída Marques. Em 2006 lançou seu CD na Sala Manuel de Falla na Espanha com as participações especiais do violinista Carlos Galifa e do guitarrista Jacó Abel. Em 2007 assume a coordenação de promoção da distribuidora online espanhola La Central Digital em Madrid. Produziu os shows de Wagner Tiso, Gilson Peranzzetta, Ivan Lins e Joyce além de ser curador de cinema de música brasileira no Festival de Jazz de Madrid e produtor do festival Novocine com participações de diretores como Andrucha Waddington, Marcos Prado, Lucia Murat… Em 2008 apresentou o filme no Tropentheater ao lado de Lilian Vieira em Amsterdam. Em 2009 se muda para Amsterdam onde produziu o show do músico Marcos Sacramento no Bimhuis, Leandro Braga no Roode Bioscoop, teatro também que se apresentou e exibiu o filme 3 irmãos de sangue ao lado de Nelson Latif. Foi consultor de filmes brasileiros do festival Beeld voor Beeld, além de compor a trilha sonora e tocar piano ao vivo na nova peça AMOR do grupo de teatro Munganga. Em outubro de 2009 mostrou o filme 3 irmãos de sangue e se apresentou no Glen Miller Café em Stockholm. E em novembro apresentou o filme e tocou a trilha sonora em Stuttgart. Em outubro de 2009 apresentou a trilha e o projeto Winds of Amsterdam ao lado do bailarino Badeen Pedawi no teatro Engelenbak (http://www.vimeo.com/7423763). Apresentou improviso de piano e dança no The Hub Amsterdam com os dançarinos Makiko Iko e Kristien Sonnevijlle. Lançou o álbum “Dance Improvisation”, onde gravou temas de improviso para dança e recentemente seu 10º CD “Tempo”, também com improvisos para dança. Em 2011 se apresentou no WMDC de Rotterdam.

    Compôs a trilha sonora do filme Abdias Nascimento de Aída Marques que estreou no Festival do Rio 2011 e prepara a trilha do documentário sobre Angel Vianna da diretora Cristina Leal. Dirigiu a trilha sonora do filme “Betinho, uma esperança equilibrista” de Victor Lopez em 2015.  Produziu a trilha sonora original para exposição “Vistas Lumiere” da MP2 no Correios-RJ.  Marcos foi gerente de produtos da MultiRio, diretor de produção da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e atualmente é presidente da Musimagem e consultor executivo da Orquestra Ouro Preto.

  • Karina Souza

    Através da sua formação no curso técnico da escola Angel Vianna, bailarina, atriz, professora e produtora cultural Karina Souza compõe seus movimentos de dança–teatro com base no ballet Clássico. Além de trabalhar o canto com professores particulares em Curitiba. Estagiou nas companhias Cia. Aérea de Dança, Cia. do Henrique Shuller e Cia. 1º Ato, em Belo Horizonte. No teatro, participou, como atriz, do espetáculo “A Exceção e a Regra”, de Bertold Brecht, com o grupo Teatral “Geraldinos e Arquibaldos”, que se apresentou no Teatro Sesc Teresópolis, em 2004. Em 2011, participou, como atriz, da exposição das peças do grupo de teatro Ensaio Aberto, comemorando 18 anos do “Armazém da utopia”, na sede da Cia, e do musical “Havana Café”, iniciativa do mesmo grupo. Integrou as oficinas CIA LUME Teatro, “Corpo como fronteira e as conceituações do corpo na arte” e “Da energia à criação”, ministradas por Eve Doe Bruce, da Cia. Thèâtre du Soleil. Em 2012, Graduou em artes cênicas, na Faculdade da Cidade do Rio de Janeiro.

    Atualmente reside em Curitiba leciona aulas de Artes e teatro em escolas do Estado do Paraná para ensino fundamental II e médio. E para complementar seus estudos também concluiu a pós-graduação em “Artes Híbridas” na UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. 

    Como produtora cultural, trabalha atualmente na empresa Atelier Cultural, e ajudou a realizar projetos como o Rio Sesc Instrumental e Festival Musimagem, e com outras produtoras em projetos como “Verão no Morro”, responsável pela produção de shows de Jorge Benjor e de Maria Gadú. Trabalhou na gravadora e produtora Fina Flor no Rio de Janeiro e na produtora Diversão e Arte. Em Curitiba, na produtora Gramofone elaborando projetos e realizando prestação de contas dos mesmos.

  • Francisco Mário

    Francisco Mário Figueiredo Souza nasceu em Belo Horizonte, membro de uma família ligada à cultura (era irmão do cartunista Henfil e do sociólogo Betinho), em que a apreciação e experimentação musical eram incentivadas desde a infância. Dedicou-se à música depois de ter estudado economia, engenharia e de ter atuado como jornalista no jornal O Estado de S. Paulo e como crítico musical na revista Realidade. Estudou violão com o professor Henrique Pinto e criou o método de música em cores para crianças, aplicando técnicas dramáticas e músicas folclóricas brasileiras, sendo utilizado em várias escolas de São Paulo (para onde mudou-se em 1966) e em cursos para professores. Em 1978 radicou-se no Rio de Janeiro, onde teve aulas de arranjo e teoria musical com Roberto Gnattali. Lançou o primeiro LP, “Terra”, independente, em 1979, com participações de Joyce, Quarteto em Cy, Antonio Adolfo, Airton Barbosa, Chiquinho do Acordeon e outros. Ativista desde os anos 60, quando participou de manifestações estudantis, engajou-se na luta pela produção fonográfica independente, ao lado de nomes como Antonio Adolfo, Danilo Caymmi e a dupla Luli e Lucinda.

    Foi um dos artistas que mais lutaram contra o poder e o monopólio das grandes gravadoras, sendo um dos fundadores da Associação do Produtores Independentes de Discos e Fitas e autor do livro “Como Fazer um Disco Independente”. Lançou em 1980 “Revolta dos Palhaços”, LP que se baseava no esquema alternativo de pré-vendas (era vendido antes mesmo de estar pronto, e o dinheiro era usado na produção). No ano seguinte, depois de uma bem-suvedida viagem ao México, onde apresentou-se no 5º Festival de Oposición, gravou ao lado de Francisco Julião o disco “Versos e Viola”, vetado pela censura na época. Em 83 foi a vez do instrumental “Conversa de Cordas, Palhetas e Metais”, disco instrumental que ganhou o Prêmio Chiquinha Gonzaga. Simultaneamente, publicou um livro de poemas, “Painel Brasileiro”. Participou de festivais nos anos 80 e lançou “Pijama de Seda” (85), também instrumental, e “Retratos” (86), um passeio por diferentes ritmos brasileiros. No final de 86 descobriu que contraíra o vírus da Aids em uma transfusão de sangue decorrente da hemofilia. Em 87 compôs, numa fazenda, seus últimos trabalhos, “Dança do Mar”, “Suíte Brasil” e “Tempo”. Com o agravamento da doença, diversos artistas realizaram no fim de 87 um grande show no Rio de Janeiro em homenagem ao compositor. A iniciativa repetiu-se em janeiro de 88 em Belo Horizonte, com participação de artistas mineiros. O disco “Dança do Mar” foi lançado postumamente, em show com participação de Raphael Rabello, Mauro Senise, Galo Preto e outros.

    Parte de sua obra foi relançad a em CD nos anos 90 nos Estados Unidos e no Brasil. Em 2005 seu filho Marcos Souza lançou o songbook com a obra completa, partituras e 4 Cds encartados e o filme 3 irmãos de sangue: www.3irmaosdesangue.com.br

  • Ricardo Petracca

    Compositor, arranjador, produtor e diretor musical e arte-educador. Atua principalmente nos seguintes temas: direção musical, compositor e arranjador (trilhas e canções, erudito e popular, música de câmara e orquestra).
    Licenciado em Arte – Educação (Música), pela Faculdade de Artes do Paraná; bacharel em Composição e Regência e especialista em História da Arte/Música pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná; mestre em Música (Composição) pela Universidade Federal do Paraná e doutor (Musicologia) pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro -UNIRIO.

    Como arranjador realizou trabalhos para orquestra – como o Brilhante/Garimpando (Marcos Souza) e Barqueiro (Ricardo Petracca) para a execução da Orquestra Ouro Preto no Festival Musimagem (2016) e arranjos de músicas registrada no DVD Rock em Concerto (2008), com a Orquestra Sinfônica do Paraná e a Banda Blindagem – e para diversas formações menores (música erudita e popular), muitos destes para quarteto de cordas e registrados em CDs. Entre eles: Música de Cena (2007) – Quarteto Iguaçu e Luiza Waden, com peças para canto de Vivaldi, Pergolesi, Schubert e Beethoven arranjadas para quarteto de cordas e voz soprano; CD Retratos (2005) com melodias de Francisco Neto, arranjadas e adaptadas para esta formação e interpretadas pelo Quarteto de Cordas Iguaçu; CD Janela da Vida – (2002), com melodias de José de Arimatéia Santos, arranjadas para esta formação (com ritmos regionais); CD Minha Poesia, Meu Canto (2002), contendo dois poemas musicados e arranjados para voz e quarteto de cordas.

telefone

(21) 98277.4683

by bolo de nozes