Ateliar Cultural

músicos

  • Marcos Souza

    Marcos is a soundtrack composer and producer. He is son of the composer Chico Mário, who was brother of the famous cartoonist Henfil and the sociologist Betinho. He produced the film “3 Irmãos de Sangue”, which is about his family, with Ângela Patrícia Reiniger as a director:

    By 2008, Marcos Souza screened his film “3 Irmãos de Sangue” and played piano in Tropentheater, together with Lilian Vieira in Amsterdam. In 2009, he moved to Amsterdam, where he was an adviser of Brazilian films at the Beeld voor Beeld Film Festival at the Tropentheater. In 2009 he composed the soundtrack for a play called “Amor” and played live on a presentation. This play was produced by the theatre group Munganga:

    In 2010 he started his Master’s degree in Brazilian contemporary dance and piano play at the Codarts, and he also produced a famous “choro” gathering (a popular style of Brazilian music, similar to samba) called “roda de choro” at Tia Piripiri Bar, both in Rotterdam. In this same year, the artist released the album “Dance Improvisation” and “Winds of Amsterdam”, in which he recorded themes for dance presentations.

    He worked as the director of the short film “Vivo Na Flauta”, and of television programs for TV MultiRio. Besides that, he worked in other projects and DVDs as journalist and producer, and in several films, theater, dance and television soundtracks.

    Cinema

    Recently, he has worked as music director and composer of the original soundtrack for the movie “Betinho, Uma Esperança Equilibrista”, created by Victor Lopes, also in the film “Henfil”, by Angela Zoé and Documenta Filmes and Globonews and in the film “Angel Vianna – Voando com os pés no Chão”, by Cristina Leal. Currently, he is concluding the music of the film “Ibiúna” and is preparing the music for the feature film “Chico Mário”, both by the filmmaker Silvio Tendler.

    TV Series

    Marcos composed music for a 13 chapters tv series about religion called “Boto Fé”, for TV Giros Produções. He also composed for another series from the animation producer Campo 4, by César Coelho and Aida Queiroz (Anima Mundi) to Fiocruz, and, recently, he has composed for the series “Quantos Cabem” from Documenta Filmes.

    Dance

    Marcos composed for the play “Memórias em Improvisos” (Memories in Improvisation) with his sister Karina Souza, that is a dancer, singer and actress:

    He presented the soundtrack from the work in progress project Winds of Amsterdam, next to the dancer Badeen Pedawi at the Engelenbak Theatre: 

    Also Marcos played and produced many meetings with dance companies to do improvisations such as Grupo Corpo, Esther Weitzman, Angel Vianna, Ballet Jovem and others:

    Personal Statement

    I really appreciate working with television and film production and with soundtrack production and composition. If I am able to participate from the beginning of the project it is even better, because it is possible to plan the role and the concept of the music, budget possibilities for the original tracks, recorded tracks and their copyrights, saving time and budget from audiovisual production.

    Besides my work experience with production and composition, I also have a soundtrack database with almost 200 tracks created by myself and my father, ready to be 100% licensed. They are separated by themes, as you can check in the link below:

    http://www.ateliercultural.com/catalogo/

    MARCOS SOUZA – Português

    Compositor, pianista e diretor da empresa Atelier Cultural desde 98, Marcos Souza começou a carreira de músico aos 16 anos, homenageando seu pai Francisco Mário (irmão do cartunista Henfil e do sociólogo Betinho), no teatro João Caetano, RJ. Em 1994 organizou e criou o grupo Conversa de Cordas, lançando 2 Cds. Em 1999 lançou o CD “Marionetes” ao lado da cantora mineira Regina Spósito (Souza), produziu a exposição “20 anos de anistia com Charge” e a palestra musical “Suite Brasil 500 anos”. Produziu e compôs trilha sonora para três peças da Cia de Teatro Artesanal, sendo indicado ao prêmio Coca-Cola pela peça “O Circo Mágico de Provolone, Goiabada e Guaraná. A partir de 2000, começou uma parceria com o Sesc Rio na área da música instrumental até 2008. Em 2002 foi coordenador artístico da gravadora Rob Digital e posteriormente da Lua Discos/MCD no Rio de Janeiro.

    Em 2004 lançou seu quinto CD “Marcos Souza” com a trilha sonora do documentário “Evandro Teixeira – Instantâneos da Realidade”. Em 2005 lançou o CD “Chapada Diamantina”, trilha do filme “Brilhante” de Conceição Senna. Produziu e idealizou o filme sobre sua família “3 Irmãos de Sangue” (www.3irmaosdesangue.com.br) dirigido por Ângela Patrícia Reiniger da produtora No Ar. Ainda em 2006 faz a trilha dos filmes “Iluminados” de Cristina Leal e “Expedito” de Aída Marques. Em 2006 lançou seu CD na Sala Manuel de Falla na Espanha com as participações especiais do violinista Carlos Galifa e do guitarrista Jacó Abel. Em 2007 assume a coordenação de promoção da distribuidora online espanhola La Central Digital em Madrid. Produziu os shows de Wagner Tiso, Gilson Peranzzetta, Ivan Lins e Joyce além de ser curador de cinema de música brasileira no Festival de Jazz de Madrid e produtor do festival Novocine com participações de diretores como Andrucha Waddington, Marcos Prado, Lucia Murat… Em 2008 apresentou o filme no Tropentheater ao lado de Lilian Vieira em Amsterdam. Em 2009 se muda para Amsterdam onde produziu o show do músico Marcos Sacramento no Bimhuis, Leandro Braga no Roode Bioscoop, teatro também que se apresentou e exibiu o filme 3 irmãos de sangue ao lado de Nelson Latif. Foi consultor de filmes brasileiros do festival Beeld voor Beeld, além de compor a trilha sonora e tocar piano ao vivo na nova peça AMOR do grupo de teatro Munganga. Em outubro de 2009 mostrou o filme 3 irmãos de sangue e se apresentou no Glen Miller Café em Stockholm. E em novembro apresentou o filme e tocou a trilha sonora em Stuttgart. Em outubro de 2009 apresentou a trilha e o projeto Winds of Amsterdam ao lado do bailarino Badeen Pedawi no teatro Engelenbak (http://www.vimeo.com/7423763). Apresentou improviso de piano e dança no The Hub Amsterdam com os dançarinos Makiko Iko e Kristien Sonnevijlle. Lançou o álbum “Dance Improvisation”, onde gravou temas de improviso para dança e recentemente seu 10º CD “Tempo”, também com improvisos para dança. Em 2011 se apresentou no WMDC de Rotterdam.

    Compôs a trilha sonora do filme Abdias Nascimento de Aída Marques que estreou no Festival do Rio 2011 e prepara a trilha do documentário sobre Angel Vianna da diretora Cristina Leal. Dirigiu a trilha sonora do filme “Betinho, uma esperança equilibrista” de Victor Lopez em 2015.  Produziu a trilha sonora original para exposição “Vistas Lumiere” da MP2 no Correios-RJ.  Marcos foi gerente de produtos da MultiRio, diretor de produção da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, presidente da Musimagem e consultor executivo da Orquestra Ouro Preto, Diretor de Música da Funarte, Fundação Nacional das Artes e atualmente é gerente de projetos da Orquestra Petrobras Sinfônica.

  • Karina Souza

    Karina Souza studied at Angel Vianna College. The actress, dancer, and cultural producer composes her contemporary movements through her weekly routine in classical ballet. She presented “Uma Rosa no Pescoço” with the graduate students’ group, at “Atelier da Imagem”, in Rio de Janeiro, 2005. With the same artists from this first presentation, she formed a research group in 2006. She acted in dance companies like “Cia. Aérea de Dança”, “Cia. do Henrique Shuller”, and “Cia. 1º Ato” in Belo Horizonte. In 2009, she joins Drama School at the College of Rio de Janeiro. As an actress, she acted in The Exception and the Rule, a text by Bertold Brecht with the “Geraldinos e Arquibaldos”, a Theatre Group based at the “Teresópolis SESC Theatre”, in 2004. In 2011, she participated as an actress from presentations of “Ensaio Aberto” group, which celebrated the 18 th anniversary of “Armazém da Utopia”. She also acted on the play “Havana Café” also produced by “Armazém da Utopia”. She attended workshops from “CIA LUME Teatro” that were taught by Eve Doe Bruce, from the Cia. Thèâtre du Soleil. She is now preparing the national and international “Mano a Mana: Memoir in Improvisation” tour. As a cultural producer, she worked in projects at Atelier Cultural, such as “SESC Rio Instrumental”, and projects like “Verão no Morro”, and she was responsible for producing concerts for Jorge Benjor and Maria Gadú. She also worked at the label company “Flor Fina” in Rio de Janeiro and she is currently working at “Diversão e Arte” a production company, also in Rio.

    Através da sua formação no curso técnico da escola Angel Vianna, bailarina, atriz, professora e produtora cultural Karina Souza compõe seus movimentos de dança–teatro com base no ballet Clássico. Além de trabalhar o canto com professores particulares em Curitiba. Estagiou nas companhias Cia. Aérea de Dança, Cia. do Henrique Shuller e Cia. 1º Ato, em Belo Horizonte. No teatro, participou, como atriz, do espetáculo “A Exceção e a Regra”, de Bertold Brecht, com o grupo Teatral “Geraldinos e Arquibaldos”, que se apresentou no Teatro Sesc Teresópolis, em 2004. Em 2011, participou, como atriz, da exposição das peças do grupo de teatro Ensaio Aberto, comemorando 18 anos do “Armazém da utopia”, na sede da Cia, e do musical “Havana Café”, iniciativa do mesmo grupo. Integrou as oficinas CIA LUME Teatro, “Corpo como fronteira e as conceituações do corpo na arte” e “Da energia à criação”, ministradas por Eve Doe Bruce, da Cia. Thèâtre du Soleil. Em 2012, Graduou em artes cênicas, na Faculdade da Cidade do Rio de Janeiro.

    Atualmente reside em Curitiba leciona aulas de Artes e teatro em escolas do Estado do Paraná para ensino fundamental II e médio. E para complementar seus estudos também concluiu a pós-graduação em “Artes Híbridas” na UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. 

    Como produtora cultural, trabalha atualmente na empresa Atelier Cultural, e ajudou a realizar projetos como o Rio Sesc Instrumental e Festival Musimagem, e com outras produtoras em projetos como “Verão no Morro”, responsável pela produção de shows de Jorge Benjor e de Maria Gadú. Trabalhou na gravadora e produtora Fina Flor no Rio de Janeiro e na produtora Diversão e Arte. Em Curitiba, na produtora Gramofone elaborando projetos e realizando prestação de contas dos mesmos.

  • Francisco Mário

    Cartoonist Henfil’s and sociologist Betinho’s brother Francisco Mário (Chico Mário) developed important work as a composer and instrumentalist. His hemophilia was an important factor for his dedication to the violão (acoustic guitar) during the long hours he spent in bed.

    In 1978 he moved to Rio, where he worked as a musician. He studied arranging and harmony with Roberto Gnattali, who arranged the songs of his first show, Ouro Preto. In 1979, having been praised by Carlos Drummond de Andrade, he recorded his first album, Terra, which was released in Mexico, with guest artists Joyce, Quarteto em Cy, Antonio Adolfo, Airton Barbosa, and Chiquinho do Acordeon. He was involved in the first wave of the independent phonographic production in Brazil and was elected vice-president of the Independent Record Producers Association (APID). In the same year, he participated in the 12th edition of the Festival de Inverno de Ouro Preto. His Revolta Dos Palhaços was recorded independently in 1980 with the help of 200 people who bought the album before it was ready. The album had partnerships with poets Aldir Blanc and Paulo Emílio, Fernando Rios, and Gianfrancesco Guarnieri and special guests Ivan Lins, MPB-4, Lucinha Lins, Boca Livre, Mauro Senise, Luiz Claudio Ramos, Danilo Caymmi, Djalma Correa, among others. In 1981, he represented Brazil in the Fifth Festival de Oposicion, in México. In the same year, he recorded Versos e Viola with Francisco Julião, recently returned from the exile. The album was vetoed by censorship and was never released. The instrumental Conversa de Cordas, Palhetas e Metais followed, with the participation of Rafael Rabello, Nivaldo Ornelas, Zeca Assumpção, Antônio Adolfo, and Afonso Machado. The album was elected the best Brazilian instrumental music album of 1983, being awarded with the Chiquinha Gonzaga trophy. The book of poems Painel Brasileiro was released with the record. In 1984, he won the first prize in the Festival de Ouro Preto with “São Paulo.” Two years later, the same song won the best arrangement prize in Minas Gerais’ Festival dos Festivais. With his wife Nívia, he independently produced Radamés Gnattalli’s piano solo album Retratos. In 1985, he released another instrumental album, Pijama de Seda. Retratos (1986) is a project where the ancient folklore dialogues with urban modernity in Brazil. Chico Mário’s last show was staged in November, at the Suite Brasil project, at the Parque da Catacumba, Rio. In 1987, he knew that he had caught the AIDS virus through a blood transfusion and moved to the family farm in Itatiaia and wrote his three last works, the erudite “Dança do Mar,” “Suíte Brasil,” and “Tempo,” which would be recorded in October with the Quarteto de Cordas Bosísio, his last three albums. “São Paulo,” from the unpublished Tempo, won the first place at the Festival de Inverno de Ouro Preto and was awarded as best arrangement in the Festival dos Festivais (Minas Gerais). In December, 1987, more than 30 artists performed for free in a concert at the Teatro João Caetano that raised funds for Mário’s medical treatment. Among them, Milton Nascimento, Chico Buarque, Gonzaguinha, Dona Ivone Lara, Paulinho da Viola, Emilio Santiago, Joyce, Claudio Nucci, Fagner, Elton Medeiros, and Aldir Blanc.

    When Francisco Mário died on March 14, 1988, he had enough material for three records. They were released in the album Dança do Mar by his widow and producer Nívia Souza and sons, in a concert at the Sala Cecília Meireles, in which Rafael Rabello, Antônio Adolfo, Mauro Senise, Rique Pantoja, David Chew, and Galo Preto participated. Suíte Brasil was released in 1992 at the Centro Cultural Banco do Brasil. In 1995, Caju Music reissued three of Francisco Mário’s albums on CD: Conversa de Cordas, Couros, Palhetas e Metais, Pijama de Seda, and Retratos. The albums were also released in the U.S. through Fantasy. In 1997, Terra and Dança do Mar were reissued on CD, together with an exhibition at the Museu de Imagem e do Som in Rio de Janeiro and at CRAV, in Belo Horizonte. In 1998, the project Francisco Mário — 50 Anos brought another exhibition, together with performances in video, theater, show, and poem reading. Regina Spósito released the CD Marionetes in 1999; it was produced by Marcos Souza and dedicated to Mário’s works. In the same year, the album Suíte Brasil was reissued by Funarte/Itaú Cultural/Atração. Chico Mário wrote three books: Ressurreição, Como Fazer Um Disco Independente (an independent producer’s primer), and the poetry book Painel Brasileiro.

    Francisco Mário Figueiredo Souza nasceu em Belo Horizonte, membro de uma família ligada à cultura (era irmão do cartunista Henfil e do sociólogo Betinho), em que a apreciação e experimentação musical eram incentivadas desde a infância. Dedicou-se à música depois de ter estudado economia, engenharia e de ter atuado como jornalista no jornal O Estado de S. Paulo e como crítico musical na revista Realidade. Estudou violão com o professor Henrique Pinto e criou o método de música em cores para crianças, aplicando técnicas dramáticas e músicas folclóricas brasileiras, sendo utilizado em várias escolas de São Paulo (para onde mudou-se em 1966) e em cursos para professores. Em 1978 radicou-se no Rio de Janeiro, onde teve aulas de arranjo e teoria musical com Roberto Gnattali. Lançou o primeiro LP, “Terra”, independente, em 1979, com participações de Joyce, Quarteto em Cy, Antonio Adolfo, Airton Barbosa, Chiquinho do Acordeon e outros. Ativista desde os anos 60, quando participou de manifestações estudantis, engajou-se na luta pela produção fonográfica independente, ao lado de nomes como Antonio Adolfo, Danilo Caymmi e a dupla Luli e Lucinda.

    Foi um dos artistas que mais lutaram contra o poder e o monopólio das grandes gravadoras, sendo um dos fundadores da Associação do Produtores Independentes de Discos e Fitas e autor do livro “Como Fazer um Disco Independente”. Lançou em 1980 “Revolta dos Palhaços”, LP que se baseava no esquema alternativo de pré-vendas (era vendido antes mesmo de estar pronto, e o dinheiro era usado na produção). No ano seguinte, depois de uma bem-suvedida viagem ao México, onde apresentou-se no 5º Festival de Oposición, gravou ao lado de Francisco Julião o disco “Versos e Viola”, vetado pela censura na época. Em 83 foi a vez do instrumental “Conversa de Cordas, Palhetas e Metais”, disco instrumental que ganhou o Prêmio Chiquinha Gonzaga. Simultaneamente, publicou um livro de poemas, “Painel Brasileiro”. Participou de festivais nos anos 80 e lançou “Pijama de Seda” (85), também instrumental, e “Retratos” (86), um passeio por diferentes ritmos brasileiros. No final de 86 descobriu que contraíra o vírus da Aids em uma transfusão de sangue decorrente da hemofilia. Em 87 compôs, numa fazenda, seus últimos trabalhos, “Dança do Mar”, “Suíte Brasil” e “Tempo”. Com o agravamento da doença, diversos artistas realizaram no fim de 87 um grande show no Rio de Janeiro em homenagem ao compositor. A iniciativa repetiu-se em janeiro de 88 em Belo Horizonte, com participação de artistas mineiros. O disco “Dança do Mar” foi lançado postumamente, em show com participação de Raphael Rabello, Mauro Senise, Galo Preto e outros.

    Parte de sua obra foi relançad a em CD nos anos 90 nos Estados Unidos e no Brasil. Em 2005 seu filho Marcos Souza lançou o songbook com a obra completa, partituras e 4 Cds encartados e o filme 3 irmãos de sangue: www.3irmaosdesangue.com.br

  • Ricardo Petracca

    Compositor, arranjador, produtor e diretor musical e arte-educador. Atua principalmente nos seguintes temas: direção musical, compositor e arranjador (trilhas e canções, erudito e popular, música de câmara e orquestra).
    Licenciado em Arte – Educação (Música), pela Faculdade de Artes do Paraná; bacharel em Composição e Regência e especialista em História da Arte/Música pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná; mestre em Música (Composição) pela Universidade Federal do Paraná e doutor (Musicologia) pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro -UNIRIO.

    Como arranjador realizou trabalhos para orquestra – como o Brilhante/Garimpando (Marcos Souza) e Barqueiro (Ricardo Petracca) para a execução da Orquestra Ouro Preto no Festival Musimagem (2016) e arranjos de músicas registrada no DVD Rock em Concerto (2008), com a Orquestra Sinfônica do Paraná e a Banda Blindagem – e para diversas formações menores (música erudita e popular), muitos destes para quarteto de cordas e registrados em CDs. Entre eles: Música de Cena (2007) – Quarteto Iguaçu e Luiza Waden, com peças para canto de Vivaldi, Pergolesi, Schubert e Beethoven arranjadas para quarteto de cordas e voz soprano; CD Retratos (2005) com melodias de Francisco Neto, arranjadas e adaptadas para esta formação e interpretadas pelo Quarteto de Cordas Iguaçu; CD Janela da Vida – (2002), com melodias de José de Arimatéia Santos, arranjadas para esta formação (com ritmos regionais); CD Minha Poesia, Meu Canto (2002), contendo dois poemas musicados e arranjados para voz e quarteto de cordas.

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(21) 98277.4683

by bolo de nozes